Pesquisadores de 30 institutos se reuniram até esta quarta-feira (22) no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), em Cachoeira Paulista (SP), para discutir maneiras de melhorar a troca de informações que possam ajudar a criar alertas climáticos. Esses dados ajudariam a evitar futuramente um novo colapso nas represas.
Durante três dias, o evento reuniu 90 pessoas, entre pesquisadores de instituto de meteorologia, previsão climática e órgãos que usam essas informações. O objeto do grupo foi fazer uma avaliação de como se comportaram esses institutos durante a crise hídrica do ano passado e como melhorar essa troca de informações.
“Analisamos onde os modelos precisam melhorar, como nós precisamos trabalhar, melhorar informações para transferir para os usuários. Então nós temos que nos preparar para o futuro”, disse Pedro Dias, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (Lncc/MCT).
Para o diretor do Centro de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), Osvaldo Moraes, também é preciso investir na rede de observação metrológica. “Se nós tivemos uma rede de observação mais densa, que nós pudéssemos monitorar uma área maior, associando com melhores índices de previsibilidade, teríamos pelo menos um tempo de alerta maior”, disse.
Região – A situação das represas da região continua crítica.O Sistema Cantareira opera nesta quarta-feira (22) no negativo, em -10,3%, usando água do volume morto.
Nas represas abastecidas pelo Rio Paraíba do Sul, a água armazenada nesta penúltima semana de julho está em 12,8, quase metade do que o volume registrado no mesmo período do ano passado, de 24,9%.
Fonte: G1
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